Dois homens foram presos na manhã desta terça-feira (6) após uma tentativa de assalto a uma agência bancária localizada na Avenida Bernardo Sayão, no bairro Três Poderes, em Imperatriz. Durante a ocorrência, cerca de dez funcionários foram mantidos como reféns dentro do estabelecimento.
A situação mobilizou um grande aparato de segurança. Após perceber a ação criminosa, um dos vigilantes conseguiu chegar até o banheiro da agência e acionou a polícia.
A Polícia Militar do Maranhão rapidamente montou um cerco no entorno do banco. As avenidas Bernardo Sayão e Lagoas foram interditadas para garantir a segurança da população e permitir a atuação das equipes policiais. Um helicóptero do Centro Tático Aéreo (CTA) também participou da operação.

Negociação durou cerca de 40 minutos
Os policiais iniciaram uma negociação com os suspeitos, que permaneceram dentro da agência com os funcionários. As conversas duraram aproximadamente 40 minutos, podendo ter chegado a cerca de uma hora, segundo informações apuradas no local.
Durante a ocorrência, uma das armas utilizadas pelos criminosos, uma pistola, foi arremessada para uma área da agência e posteriormente localizada e apreendida pelas forças de segurança.
Após a negociação, as equipes policiais entraram no estabelecimento e os dois suspeitos se renderam. Todos os funcionários que estavam sendo mantidos como reféns foram liberados.
Algumas das vítimas receberam atendimento de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Até o momento, não há informações sobre feridos graves.
A identidade dos dois suspeitos ainda não foi divulgada. A ocorrência segue sendo investigada pelas forças de segurança.
Governador destaca atuação das forças de segurança
Após a prisão dos suspeitos, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, informou, por meio das redes sociais, que os reféns foram libertados sem ferimentos e destacou a atuação conjunta das forças de segurança.
Segundo o governador, participaram da operação equipes do Centro Tático Aéreo (CTA), Polícia Civil, Polícia Militar e Grupo de Operações Especiais (GOE).
Brandão afirmou ainda que a ação foi conduzida de forma integrada e teve como prioridade a preservação das vidas dos funcionários mantidos como reféns.